
Imagem: MESSENGER
A irmã gémea da Terra (ou uma versão infernal da mesma) é o planeta mais quente de todo o Sistema Solar. Num passado recente, a sonda MESSENGER passou por Vénus, a caminho de Mercúrio, captando algumas imagens como a que se pode ver acima, no entanto foi a Magellan, entre 1990 e 1994, que nos trouxe os maiores detalhes (via radar) deste planeta vizinho.

Imagem: MAGELLAN
As áreas mais claras da imagem acima, que mostram o flanco Este do vulcão Sapas Mons, são correntes de lava que se estendem por mais de 100 quilómetros.

Imagem: MAGELLAN
Nesta imagem podes observar uma “meia cratera”. Situa-se na região Beta, entre os montanhas Theia e Rheia, com 37 quilómetros de diâmetro. A cratera foi parcialmente destruída pela formação dos vales acima visíveis.

Imagem: MAGELLAN
Estas 7 “estranhas” formações da região Alpha, com cerca de 25 quilómetros de diâmetro e 750 metros de altura, são resultantes de erupções vulcânicas a baixa altitude e com arrefecimento rápido.

Imagem: MAGELLAN
A imagem acima, representando uma região com cerca mais de 300 quilómetros a Sul de Aphrodite Terra, apresenta algumas estruturas interessantes: a área circular grande tem cerca de 200 quilómetros de diâmetro; no topo temos uma estrutura vulcânica formada por lava viscosa, com cerca de 35 quilómetros de diâmetro; à esquerda encontra-se outro cone vulcânico semelhante e no fundo da imagem podem encontrar-se outras estruturas deste género embora bastante mais pequenas (menos de 10 quilómetros de diâmetro).

Imagem: MAGELLAN
Com 250 quilómetros de comprimento e 160 quilómetros de largura, a área representada na imagem apresenta cones vulcânicos, com cerca de 65 quilómetros de diâmetro e 1 quilómetro de altitude. Situam-se na região de Eistla.

Imagem: MAGELLAN
Aquilo que vez nesta imagem é uma cratera bastante complexa: com 32 quilómetros de diâmetro, apresenta algumas características pouco usuais, como uma área de superfície negra, ejecção de lava e uma cor muito brilhante aos “olhos” do radar.

Imagem: MAGELLAN
Este segmento de 600 quilómetros faz parte de um canal da superfície de Vénus muito maior, na verdade, o maior canal conhecido no nosso Sistema Solar, com mais de 7 mil quilómetros de comprimento, bastante maior que o maior rio do planeta Terra (Nilo). As erupções de lava contribuíram para a formação desta gigantesca estrutura.

Imagem: MAGELLAN
Uma “pedrada celeste” mesmo em cima das montanhas de Akna, é o que podes observar nesta imagem. A cratera tem cerca de 22 quilómetros de diâmetro e, ao centro, podes ver picos montanhosos, provavelmente constituídos por material vulcânico.

Imagem: MAGELLAN
A imagem acima apresenta um cone vulcânico, com cerca de 17 quilómetros de diâmetro, acompanhado nos flancos por 2 outros cones que a dado momento colapsaram, formando os depósitos visíveis.
Vénus em 3D

Imagem: MAGELLAN
O exaustivo mapeamento por radar da Sonda Espacial Magellan, permitiu aos cientistas a construção de imagens detalhadas e rigorosas a 3 dimensões, de várias estruturas da superfície de Vénus. As cores não são reais, mas sim uma aproximação.

Imagem: MAGELLAN
Sif Mons é um enorme vulcão com cerca de 300 quilómetros de diâmetro e 2 quilómetros de altitude.

Imagem: MAGELLAN
Superfície de Vénus a 150 quilómetros Norte do Gula Mons, onde se pode observar uma estrutura com 97 quilómetros de diâmetro.

Imagem: MAGELLAN
A Região de Estlo, já mostrada anteriormente, aqui numa perspectiva tridimensional. No horizonte, aquele pico montanhoso é Gula Mons, um vulcão com cerca de 3 quilómetros de altura. Mais próximo do ponto de visualização nesta imagem, está uma cratera com 48,5 quilómetros de diâmetro.

Imagem: MAGELLAN
Gula Mons, que se encontrava no horizonte da imagem anterior, aparece-nos aqui em grande plano.

Imagem: MAGELLAN
Na imagem acima podes ver um plano tridimensional de Maat Mons, um vulcão com 8 quilómetros de altitude e que o destacam na superfície de Vénus.

Imagem: MAGELLAN
A cratera Riley tem cerca de 25 quilómetros de diâmetro e o seu centro encontra-se 580 metros abaixo da superfície circundante. Ao centro, é possível observar um pico montanhoso, com 530 metros de altura.

Imagem: MAGELLAN
Com uma elevação de 4 quilómetros, podes observar o vulcão Sapas Mons, também já mencionado anteriormente.
Vénus a partir do solo
As missões Venera captaram imagens únicas de Vénus a partir da sua superfície, uma vez que pousaram no planeta. Embora a qualidade das imagens esteja longe de ser a melhor, são as únicas visões do “solo por baixo dos pés” que temos da nossa “irmã gémea”.
Infelizmente e dadas as condições atmosféricas extremas de Vénus, nenhum robot de aterragem “sobreviveu” mais que uma hora no terreno.

Imagem: VENERA 9

Imagem: VENERA 9

Imagem: VENERA 9

Imagem: VENERA 9

Imagem: VENERA 9

Imagem: VENERA 9

Imagem: VENERA 9

Imagem: VENERA 9

Imagem: VENERA 10

Imagem: VENERA 10

Imagem: VENERA 10

Imagem: VENERA 10

Imagem: VENERA 10

Imagem: VENERA 10

Imagem: VENERA 13

Imagem: VENERA 13

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Imagem: VENERA 14

Imagem: VENERA 14

Imagem: VENERA 14

Imagem: VENERA 14
Na próxima semana teremos mais “Um olhar sobre” e será mesmo sobre o nosso planeta Terra.
Céus limpos!
Um olhar sobre: Vénus http://bit.ly/7HrPLV